Ferramentas Tecnológicas e Sistemas: ajudadores ou boicotadores de processo?

Boas Ferramentas Tecnológicas garantem ações otimizadas e um bom resultado na gestão empresarial?

Entender as razões da aquisição destas Ferramentas Tecnológicas e, sobretudo, saber utilizá-las da forma mais adequada é primordial para que possam, realmente, trazer um bom resultado e ser um elemento transformador dentro das empresas.

As mudanças e alterações de processos geralmente vêm precedidas de uma certa resistência por parte dos indivíduos envolvidos. Várias são as razões que justificam os comportamentos observados nesta fase: quebra de uma rotina, desconhecimento das Ferramentas Tecnológicas/sistemas, receio de ser substituído, medo de não se adaptar. Tem-se início aí a construção de um cenário de relutância e boicote à uma decisão estratégica da empresa!

Neste momento, é preciso que os gestores se posicionem e conduzam a situação de forma bem tranquila, demonstrando que a decisão tomada trará benefícios ao trabalho e que o caminho para o sucesso deve ser construído por toda a equipe.

A palavra de ordem para que o insucesso não se instaure nos processos de implantação e manutenção de uma nova tecnologia é treinamento. Através da qualificação adequada se combate a resistência e consegue-se adesão da equipe, evitando, assim, desperdício de tempo e dinheiro.

Os treinamentos de conscientização e uso eficiente dos sistemas/Ferramentas Tecnológicas adquiridos pelas empresas são de extrema importância para se obter os retornos desejados para quem investe nestes recursos.

Mais do que explicar o funcionamento de sistemas/Ferramentas Tecnológicas é preciso trabalhar a consciência do fazer: por que devo utilizá-la?; em que ela pode me auxiliar?; quais retornos posso obter com ela?

É necessário gerar significado ao usuário. A ideia do uso pelo uso, não agrega valor ao trabalho, não traz adeptos às decisões estratégicas e se torna um estorvo na rotina de trabalho de quem faz uso destas tecnologias.

Através dos treinamentos, as pessoas envolvidas no processo adquirem capacidade crítica para incorporar aquele recurso à sua dinâmica de trabalho otimizando sua contribuição para os resultados positivos de seu grupo.

Usando o ditado popular, o alerta está no sentido de que as empresas não devem apenas comprar excelentes equipamentos de pesca, mas sim preocupar-se ainda mais em treinar os seus “pescadores” a utilizá-los, pois é quem opera o equipamento que tem a capacidade de enxergar o peixe grande e, portanto, fisgá-lo quando conhece bem os recursos que possui.

  • Sua equipe foi alterada e precisa conhecer os sistemas da Âmbito?
  • Gostaria de um trabalho que proporcionasse uma conscientização da gestão contínua dos requisitos legais ambientais/saúde e segurança ocupacional?
  • A gestão de requisitos legais realizada por meio dos sistemas da Âmbito está comprometida pela falta de colaboradores?

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Iracema da Silva Padovani, Sócia – Advogada, responsável pela área de Comunicação e pelo processo de Treinamento e Desenvolvimento da Âmbito.